'O presidente do Governo Regional da Madeira considera que chamar casamento a uma união homossexual «é o mesmo que lhe chamar cozido à portuguesa ou bacalhau com todos».
«Defendo em absoluto a livre opção sexual de cada pessoa, em termos de não poder ser passível de qualquer discriminação. Defendo a adequada tutela jurídica para as uniões de facto, independentemente de se tratar ou não de uma relação homossexual», disse, no «Palavras Assinadas», do TVI24.
No entanto, para Alberto João Jardim, «chamar casamento a uma coisa que naturalmente o não é, só porque deu na cabeça de alguns, é uma provocação cuja irracionalidade obriga a contestá-la em nome da inteligência».
E Jardim faz mesmo um desafio ao Governo de José Sócrates: «Se a maioria parlamentar, dita de pseudo esquerda, está assim tão convencida que esse é o querer dos portugueses, então por que não recorre ao referendo?»'
(Fonte: Diário IOL )
Primeiro não é opção, é orientação...
Segundo como se pode definir o que natural ou não? É a maioria que manda?
Terceiro, sabes, ó Jardim, porque é que não se recorre ao referendo? Porque a população não tem que dizer que aceita ou não. Não têm de se meter no que é um direito das pessoas! Direitos não se devem referendar!
Quarto, e como já ouvi dizer aqui na blogaysfera, porque não fazemos um referendo para ver quem concorda em mandar te embora?? Não gostas, pois não?! :D
Governa mas é a Madeira em paz e não te metas nos assuntos do Governo, que para isso está a Leitinho (que também não faz falta...).
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Mais um passo
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